Nesse cenário, mais do que nunca, é preciso construir um setor público conectado com o futuro e que atue em seu presente para enfrentar os principais desafios do século 21.

O projeto Servidor Público do Futuro é uma das primeiras iniciativas no Brasil a abordar a agenda de cenários futuros (foresight) como estratégia para o enfrentamento dos desafios da próxima década.

O Estudo “A Próxima Geração do Serviço Público no Brasil: forecasts e ferramentas” é fruto da parceria entre a Fundação Brava, a Fundação Lemann, o Instituto Humanize e a Republica.org organizaçoes que juntaram seus esforços aos do Institute For the Future, também conhecido pela sigla IFTF, uma organização norte-americana que nos seus mais de 50 anos tem se dedicado construir caminhos sobre o futuro da sociedade e das organizações.







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Servidor Público do Futuro

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Confira os principais destaques do relatório

Governos municipais, grupos empresariais locais e ativistas na ponta trabalharão em conjunto para coordenar respostas políticas, fazer cumprir a regulamentação e continuar a fornecer informações para redes locais.

Os servidores públicos brasileiros serão incentivados a abraçar uma nova visão de seu trabalho como solucionadores de problemas empáticos, conselheiros, instrutores e sanadores sociais para uma sociedade ferida e desconfiada.

O conjunto de habilidades dos funcionários públicos mudará dramaticamente. O fato das necessidades da sociedade estarem se tornando mais complexas e ferramentas burocráticas automatizadas estarem sendo usadas de forma mais ampla, os governos precisarão de trabalhadores com uma variedade de habilidades sociais, com uma diversidade de interesses e uma paixão pela educação cívica.

Como forma de melhorar a vida dos cidadãos brasileiros, o governo mudará de departamentos isolados e fixos para uma rede ad hoc de departamentos e forças-tarefa.

Mudanças nas tecnologias e novas políticas de transparência abrirão as portas dos governos para os cidadãos e atores privados.

Funcionários públicos e políticos contarão cada vez mais com mecanismos de vigilância para medir o quão popular - e mais importante, quão impopulares - novas leis e políticas são, com os resultados sendo usados para decidir quais legislações serão aplicadas e quais serão descontinuadas.

Funcionários públicos, especialmente em países como o Brasil, serão forçados a fazer a transição de serem guardiões neutros da legislação e da burocracia para se tornarem ativistas que lutam para manter a democracia.

Funcionários, serviços e departamentos não-humanos surgirão à medida que a inteligência artificial se tornar mais capaz de interpretar dados e gerar políticas em colaboração com seres humanos.